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Ou você acompanha a manada tecnológica, ou sofrerá disrupção!

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Ou você acompanha a manada tecnológica ou será pisoteado por ela, a era é da hiperconectividade, é preciso atualizar sempre e estar atento as demandas que as redes sociais oferecem.

Ou você acompanha a manada tecnológica, ou sofrerá disrupção! Alôoou, é isso mesmo, não tem para onde correr.

Certo dia, ouvi de um gerente em uma reunião uma frase que nunca mais esqueci. Estávamos em processo de auditoria interna, trabalhando a famosa “Gestão a Vista”, um corre corre, todos muito apreensivos, quando ele em um determinado momento falou:

“Pessoal, o bicho vem aí, entrará por essa porta, ou abraçamos, ou abraçamos.” Ou seja, não existia outra opção se não a de encarar. Isso para mim ficou muito claro, é preciso encarar de frente e depois seguir o fluxo.

“Aconteceu, virou manchete!”, o que era previsto está aí, estamos na era da hiperconectividade e quem não entrar nessa, logo se sentirá como um “barco a deriva”.

Tudo muda o tempo todo no mundo e somos conhecedores disso; uma grande prova é a maneira como as coisas  tornam-se obsoletas muito rapidamente, e sofrem a famosa disrupção.

Disrupção:  é quando você tem uma série de opções, então surge uma que liquida todas as outras, por sua praticidade.

O Cinema, a locadora, sofreram disrupção pelo Netiflix; o Taxi pelo Uber, e assim por diante.

Da mesma forma, precisamos estar atentos ao mercado, as exigências, aos clientes, as demandas, ou sofreremos a famosa “disrupção”, concorda?

Não tem como escapar de estar presente nas redes sociais, de ter conectividade. O mundo está virtual.

Vou contar uma história que aconteceu comigo recentemente e eu jamais esperava por isso:

A minha mãe tem 74 anos, é antenadíssima, lê como ninguém e tem uma memória invejável; sem contar que não só sabe as notícias do mundo, como me passa todas ” just in time”.

Há pouco tempo atrás, ela  pegava no meu pé, por estar conectada 24 horas, o que era interessante, pois assim eu conseguia ainda mais a sua atenção, óbvio.

Hoje o jogo virou, ela ganhou um celular de presente e fica hiperconectada, isso quando não a pego no flagra lendo suas mensagens de madrugada, quando acorda.

E eu jurava que era só uma febre e não passaria de uma semana, que logo não iria dar conta de digitar tantas vezes ao dia, responder as mensagens, e deixaria o celular de lado.

Não que eu duvidasse de sua capacidade, como disse acima, a admiro como ninguém, mas pelo fato de ser tudo muito novo e  exigir muito dinamismo. Quebrei a cara, confesso!

Hoje ela não só manda vídeos, como dá feedback aos que enviam vídeos e mensagens para ela, lê todos os artigos que rebebe, sei que vai ler este, por isso preciso pegar leve;  e para a minha surpresa, essa semana veio me perguntar sobre o Twitter, fiquei literalmente bege!

Mas voltando a importância de acompanhar a manada tecnológica ou ser pisoteada por ela:

Ou você acompanha a manada tecnológica, ou sofrerá disrupção!

Muitos clientes, no início da consultoria me fazem a famosa pergunta: “curtida dá dinheiro?”, então respondo: “francamente, curtida não dá dinheiro, o que dá dinheiro é o que você faz com as pessoas que curtem as suas redes.”

E é bem isso, você precisa valorizar aquela “uma” pessoa que curtiu alguma coisa sua, e não ficar aguardando que isso seja feito apenas por pessoas que você considera importantes. Todas são importantes.

Valorize aquela pessoa que sempre compartilha seus posts, está sempre te apoiando.

Um tempestade não cai sem aviso, sempre vem uma nuvem que sinaliza antes, assim deve ser com seus fãs, familiares, followers, friends, eles vêm aos poucos e vão tomando uma certa proporção, e todos, sem exceção, são muito importantes.

A ideia é abraçar a causa, acompanhar a evolução, as mudanças. Como isso é possível?

Busque ferramentas que garantirão um bom resultado nas redes sociais, se atualize sempre, trabalhe para o crescimento e fortalecimento tanto da marca pessoal, como da marca empresarial.

Busque um posicionamento favorável, crie visibilidade, proporcione o Networking, esteja adepto a parcerias.

Encarar a concorrência como um aliado e não um rival prestes a nocautear, afinal, ele é conhecedor de todas as suas forças e fraquezas, e tem em mãos a ” sua pedra preciosa”, o cliente.

Uma marca pessoal  ou empresarial, só sobrevive no universo online com a ajuda e participação das pessoas, consumidores, fãs e clientes.

As pessoas me perguntam: “como fazer para a minha marca se tornar ainda mais relevante, e como posso cativar  o público tornando-o ainda mais participativo, por meio de engajamento? ”

Primeiramente, é preciso definir o público que quer atingir, e hoje tem muitas ferramentas que podem auxilia-lo, o próprio Facebook facilita essa segmentação.

Buscar as dores das pessoas, se tornar um verdadeiro “analgésico”, e buscar soluções para elas”.

Jamais se esqueça de valorizar cada detalhe, como curtida, comentário, compartilhamento. Dê valor a quem te enxerga é a grande dica.

Mas a principal dica é: Seja conteúdo, ideia, serviço ou produto, ofereça qualidade sempre, o cenário não está favorável para o amadorismo.

O amadorismo com uma pitada de displicência certamente será um passo para a sua disrupção!

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Abraços,

Claudia Menezes.

Leia também: Franquia, bom para quem entra, melhor para quem cria!

 

 

 

 

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